Glória Mão de Veludo

Novembro 9, 2009

No auge da minha puberdade eu batia pelo menos uma por dia, geralmente era assistindo o “Programa H” que passava na Bandeirantes, Tiazinha era a musa das minhas punhetas. Tambem tinha a Banheira do Gugu com as mulheres do Tchan e etc… só de ouvir aquela musica “Uba Uba Hey” eu já ficava de pinto duro… e pra minha sorte no horario do “H” minha mãe não ficava em casa, era as 18 horas, mesmo horario de ela ir pra escola dar aulas. O unico problema era Glória, nossa empregada, ela atrasava na hora de terminar o trabalho, aí tinha dia que ela só saia lá pelas 18:30, sendo que era pra sair as 17:30.

Sheila Carvalho

“Sheila Carvalho, musa dos punheteiros nos anos 90″

Mesmo tendo uma empata fodas aqui em casa eu conseguia “me divertir”, até uma certa noite. Eu estava batendo uma freneticamente, tava parecendo um cachorro cruzando, até que fui surpreendido, Glória, a domestica, apareceu na sala e me flagrou, meu coração foi a mil, nunca tinha sido descoberto me senti humilhado, mas o que realmente surpreendeu foi a reação dela, Glória falou “Não é assim que se faz, deixa que te ensino”. Glória fez o “serviço” pra mim. Logo depois ela limpou o chão da sala que “nós sujamos” como se nada houvesse acontecido.

Com o passar das punhetas diarias eu nem me incomodava mais com a presença de Glória na casa, as vezes até adorava, já que ela batia pra mim e minha mãe nem suspeitava dessa baixaria. As melhores noites eram quando Glória não tinha vasilhas para lavar, aí ela ficava com tempo pra fazer um Strip-Tease pra mim, problema é que ela cobrava, eram R$5,00, por incrivel que pareça ela era uma mulher sexy. A parte boa é que Glória era ex-sambista, aí tinha meio metro de bunda, só que era meio pelancuda e com muitas estrias, a parte ruim era da cintura pra cima, barriga d’agua, peitos estilo ovo frito, cabelo “bombril” pintado de loiro e tinha a cara cheia de rugas, coisa até normal pra uma mulher de 50 anos.

Apesar de toda intimidade eu nunca havia encostado nela, ela era sem vergonha mas nem tanto, e eu não tinha coragem de tentar algo mais por ser um tremendo cabaço, porém era tudo ou nada pra mim, um nerd magricela espinhento de 16 anos nunca teria chances de fazer sexo, ou era Glória ou uma guria no meu nivel.

Numa terça-feira chuvosa Glória falou que ia ter que ficar em casa até parar de chover, já que no caminho do sobrado dela tinha um morro, aí ficava impossivel de subir por causa da lama, tambem tinha feito escova no cabelo, ia ficar uma merda se molhasse. Com toda sagacidade chamei ela pro meu quarto e mandei ela ir tirando a roupa, ela falou “manda os 5 reais ô”, mostrei uma nota de 50 reais e ela respondeu enquanto tirava a roupa:

- Até que enfim, 2 anos de espera não é mole não ô!

Glória deitou na minha cama e abriu as pernas, fizemos um papai mamãe, enquanto eu tava quase tendo um treco ela parecia nem sentir o meu peru, tava deslizando na xana rodada dela. Fiquei com raiva e dei uma gozada no cabelo da Glória, ela enfurecida me empurrou, depois me chamou de filho da puta, tomou banho e foi embora.

No outro dia ela nem veio trabalhar, minha mãe falou que ela se demitiu, nem entrou em detalhes. Fiquei muito triste, meus dias de diversão acabaram, pelo menos perdi a virgindade bem antes do que deveria, tambem fiquei com fama de transão na escola, aí ficou facil de pegar as patricinhas que estudavam comigo. Dei sorte na vida ou não?


Programação>>Vida

Outubro 30, 2009

As aulas da minha faculdade foram adiadas para Setembro por causa da gripe suína, uma desgraça, nem se pode considerar isso “férias”, pois não posso sair de casa já que o “H1N1″ se propaga facilmente em lugares movimentados. Então para não morrer de tédio pedi para meu primo viciado trazer uns jogos de PC pra cá. Só jogo antigo ele trouxe: Age Of Empires 2, Age of Wonders 2, Carnivores, Starcraft e Nocturne.

Fiquei perplexo com o realismo do Carnivores, um jogo sobre caça de dinossauros, eu me sentia um caçador de verdade, mas o que  realmente me impressionou foi o Starcraft, um jogo de estratégia sobre a conquista do universo, o objetivo do Starcraft é exterminar todas as raças que não forem a sua, são 3 raças disponiveis (Protoss, Humanos e Zerg). Acabei ficando muito pirado, tinha dia que eu ficava mais de 15 horas na frente do PC só jogando on-line com pessoas de todo o mundo, até Coreanos.

O vicio me trouxe consequencias ruins, troquei a noite pelo dia e fiquei violento, qualquer conversa eu puxava pra briga. As “férias suínas” acabaram e logo no primeiro dia de aula já discuti com um nerd lá da turma, ele estava rindo de meu cabelo despenteado, o pessoal da sala notou minha raiva e ficou tudo olhando pra mim, aí emputecido falei “VÃO TOMAR NOS SEUS CUS”, no ato o pessoal parou de olhar. N’outro dia de aula o mesmo nerd estava novamente rindo da minha cara, fiquei furioso, aí sem querer eu peguei a cadeira e joguei nele, fui expulso da faculdade.

Fiquei muito bravo, a unica coisa em que eu conseguia pensar era em vingança, passei a ter uma meta para minha vida: Juntar pedras, madeira, comida e ouro, igual ao Age Of Empires 2, assim eu poderia dar inicio ao meu império. (Na verdade eu queria fazer como no Starcraft, mas é impossivel, aqueles minerais e gás não existem, então foda-se).

Atualmente estou fazendo curso de Marcenaria para construir minhas edificações e Programação, assim poderei programar os robôs que construirei para dominar o mundo, estou muito bem nessa parte, desenvolvo com maestria algoritmos em Portugol. Por volta de 2015 serei o presidente do Brasil, aí com meu exercito formado o mundo se renderá a mim.


666 Discando para o Inferno

Outubro 16, 2009

Na década de 90 os celulares começaram a se popularizar, eu nunca achei graça naquilo, até que um dia o meu professor da quarta-série apareceu com um Motorolla na cintura. Toda turma ficou maravilhada com aquela obra concreta da tecnologia pós-moderna.

Um dia, por coincidência, o celular do professor tocou em plena sala. Uma canção chamada city bird, ao ouvir aquilo minha cabeça rodou, acordei na enfermaria, me notificaram que eu sofrera um ataque. Depois daquele dia passei a evitar aparelhos celulares.

Sempre que eu chegava perto de um aparelho celular me sentia estranho, só de chegar perto de algum eu ficava zonzo, como se ouvisse vozes me chamando, umas vozes abafadas. Disse que ouvia vozes quando me aproximava dos aparelhos e fui motivo de zombaria. Diziam que era tudo coisa da minha cabeça e para eu procurar um psiquiatra. Só me restou recorrer ao meu avô, um médium conceituado num dos maiores centro espíritas da região, a temível Casa da Vovó Conga. Ele me disse que isso não é um problema, na verdade é um “dom” que só grandes médiuns tem. Que eu estava conectado com o mundo espiritual.

Passei a meditar todo sabado com meu celular colado em minha testa com a ajuda de uma fita isolante. A cada meditação eu me sentia melhor, na primeira eu já estava menos zonzo, na segunda estava ouvindo as tais vozes abafadas com um pouco mais de nitidez, e já na terceira percebi que essas vozes eram de pessoas conversando entre si, as ligações dos celulares. Meses depois eu fui aperfeiçoando minha mediunidade, e consegui me conectar à uma rede maior ainda, a World Wide Web, através da rede 3G.

Num fechar de olhos eu acessava pornotube, wikipedia, orkut, youtube, msn e etc. Também mandava e-mails pra galera, como se eu fosse um computador ambulante. Melhor de tudo nesse poder meu é que eu podia tirar notas boas sem estudar, era só pesquisar no google, foi assim que passei no vestibular.

Depois que me formei na faculdade, com o auxílio dos meus poderes mediúnicos resolvi prestar um concurso público. Fiz minha inscrição e não estudei nada, afinal de contas, com meus poderes, uma rápida pesquisa no google e eu encontrava resposta para todas as questões, comprei um iphone para facilitar as coisas, o sinal é bem melhor e pega TV tambem, maravilha.

iphone_3g

Cheguei no local da prova confiante, sentei na minha cadeira e segurei meu iphone com a mão esquerda, no que fui informado pelo filho da puta do fiscal de que eu precisava guardar meu iphone e relógio numa sacolinha, além disso eu não podia usar meu boné Von Dutche durante a prova. Fiquei muito nervoso, não havia estudado nada. Pedi licença para ir ao banheiro antes do início e ele disse pra eu me apressar, pois só restava cinco minutos para o início da avaliação.

Cheguei no banheiro suando bicas. Como faria agora? Sem contato com o celular eu não conseguia acessar a internet. Eu precisava pensar rápido. Minha única saída foi inserir o aparelho no meu ânus. Com auxílio de um sabonete líquido o coloquei rapidamente, doeu mas não havia outra alternativa. Voltei pra sala e me sentei, sentindo um incômodo muito grande.

Comecei a fazer a prova, cada questão era resolvida facilmente, bastava uma pesquisa. Com certeza eu seria aprovado e desfrutaria de um gordo salário, que me possibilitaria comprar um bom carro para pegar mulher.

Terminei a prova, faltavam apenas 15 minutos para liberarem a saída dos alunos. Eu só queria ir pra casa retirar aquele incômodo iPhone. De repente, uma ligação. O celular tocava a música Borboletas, da dupla Victor e Léo, e a vibração me fez levantar abruptamente. O fiscal me deu a triste notícia da minha desclassificação. Saí da sala correndo, em prantos. Montei em minha Honda Biz e saí muito abalado, chorando e soluçando.

Elevei a rotação do motor à enésima potência, os 12 mil giros por minuto imprimiam na motoneta uma velocidade altíssima, que se aproximava dos 100km/hora. Por estar emocionalmente abalado, não vi o coletivo Volvo que estava em minha frente e bati à toda. Meu corpo foi lançado por cima de um muro num terreno baldio, fiquei imóvel, todo quebrado. Fiquei lá por mais de uma hora, ainda consciente, mas não conseguia gritar para que me achassem. Usei minhas últimas forças para me utilizar de meus poderes espirituais e discar para o 194 e requisitar o auxílio dos bombeiros.

Fui internado na Unidade de Tratamento Intesivos. Felizmente só quebrei a perna, três costelas, uma clavícula e perdi a omoplata esquerda. Duas semanas depois me recobrei do coma induzido e pude conversar com meus pais. Contei tudo o que havia ocorrido, tentei explicar o porquê de terem achado um celular no cólon do intestino, mas eles não compreenderam, talvez ao lerem este texto que escrevi eles me entendam.


Bambu de Mel

Agosto 19, 2009

Até os 17 anos eu nunca tinha sequer visto uma menina pelada, não tinha nem ideia de como chegar numa, mas tudo isso mudou a partir do dia que meu avô resolveu me “ajudar”.

Ele tinha dito que iria me levar num lugar muito bacana, e realmente era, o nome do local era “Tia Lucia”, logo de cara ví duas mulheres peladonas de no maximo 25 anos lá rebolando, fiquei estatico, tava tão hipnotizado que nem vi que meu avô foi embora de lá e deixou uma meretriz pra mim, uma loira magra, bem parecida com as garotas de minha idade. Ela falou o nome e contou que meu avô é muito famoso lá e que daria com muito prazer se eu fosse como ele é. Logo pensei: “nossa, meu avô é foda”.

Darlene me arrastou até um quarto, fechou a porta, tirou minhas calças e ao ver meu pau comentou:

- Ui, como é grande!

Ela deitou na cama e abriu as pernas peladona, aí disse pra meter nela. Eu estava tão empolgado que nem pus camisinha, cheguei “destruindo” a xereca dela, a mulher ficou gemendo muito, sinal de que sou bom. Fiquei com ela durante 10 minutos e gozei, ela disse que nunca em tantos anos de “trabalho” um homem a fez ficar daquele jeito e mau esperava para que eu voltasse lá.

Saí do Tia Lucia muito feliz, elevou minha auto-estima, antes eu pensava que tinha o pau pequeno, mas na verdade sou do mesmo nivel que ator porno, eles parecem ter os paus medindo meio metro, mas na verdade é tudo efeito das cameras, devem chegar a no maximo 14 cm, que nem eu! Tambem tem aquela historia de que os caras ficam comendo as atrizes por horas, é tudo mentira, eles param a cada 5 minutos, descançam e voltam pra cena, filme porno é editado, não tem como uma pessoa normal ficar mais de 10 minutos metendo. Cada vez que mudam de posição é uma gozada disfarçada, por isso vão mudando a todo momento!

Liguei para o meu avô contando sobre minha aventura no Tia Lucia, ele disse muito orgulhoso que me daria uma “mesada” toda semana já que sou o neto favorito dele, com isso, fui no Tia Lucia muitas outras vezes e sempre sem usar camisinha, já que as que eles vendem são muito grandes pra não correrem o risco de estourar, aí ficam desconfortaveis, então é melhor nem usar. Lembrando que minha fama se alastrou tanto que ganhei até um apelido, elas me chamam de Bambu-de-Mel, sou foda.

Empolgação é tão grande que eu tenho uma tabela no excel cronometrando quanto tempo eu consigo ficar metendo sem tirar, recorde de 7 minutos, chupem!


Déuza e o Culto

Agosto 7, 2009

Meu avô sofreu um AVC(Acidente Vascular Cerebral), o que deixou ele sem os movimentos de todas as partes do corpo, o que acabou com sua vida, a unica coisa que consegue fazer é assistir televisão, nem ao menos falar ele pode. Por causa das limitações dele foi preciso contratar uma empregada para tomar conta, o limpar, dar banho, almoço e tal a ele, já que só mora com meu tio e ele trabalha, aí não tem tempo para ficar cuidando de meu avô. Aí foi contratada Déuza, uma mulata de 46 anos e muito religiosa, ficava o sabado inteiro num culto evangelico.

Durante 5 meses tudo foi muito bem, até que viram umas marcas de chineladas no braço do meu avô, 99% de chances de ter sido Déuza a agressora. Meu tio contratou uns caras para instalarem cameras pela casa, tudo camera com detector de movimentos e infra-vermelho, o que fosse filmado por elas ficaria armazenado no HD de um computador que tivemos que comprar. A idéia das cameras foi muito boa, pois as primas e outras parentes de fora da cidade vinham aqui para fazer média, fingir que gostam do meu avô, depois iam ao banheiro pra tomar banho, aí eu e meu tio só ficavamos vendo elas peladonas diante das cameras. kkkkkkkkkkk

Meu tio lembrou e disse: E a Déuza? não toma banho não? (Déuza dormia na casa de meu avô de segunda a sexta, ou seja, ela TINHA que tomar banho).

Assistimos todas as gravações que as cameras deixaram salvas, em nenhuma delas aparece a Déuza tomando banho, tambem não limpava o rabo depois de cagar, e tinha coisa pior, em varias ocasiões ela deixava o meu avô todo cagado e só ia limpar-lo depois horas, uma verdadeira suína. Déuza foi demitida sem remorso, antes de se sair da casa ela respondeu rindo:

- Agora vo poder ficar o dia todo no culto! HAHAHA

Ao ouvir isso fiquei muito curioso, ninguem fica feliz quando é despedido, por mais que o emprego seja ruim, esse tal culto deveria ser muito fodão. Lembrei de uma carona que dei a Déuza, aí eu já tinha uma noção de onde ficava o local do culto. Ficava a caminho do hospicio Santa Isabel, do lado de uma favela chamada Santo Antonio, conhecida como Morro do Facão, fui até lá. Era uma “igreja” daquelas de garagem, entitulada de “Igreja Secular do Sagrado Coração Ungido de Jesus Cristo dos Ultimos Dias”e tinham uns 15 fiéis lá dentro e gritando coisas sem nexo.

O “chefe” lá notou minha presença e logo perguntou o que eu queria, aí lhe contei os antecedentes de Déuza, ele chamou Déuza e falou para ela se explicar, antes dela começar a falar levei uma facada nas costas e sangrei até morrer.

Deixo um recado para você leitor:

Envie esse texto para 5 pessoas caso não queria encontrar a Déuza de quatro e cagando em sua cama.

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Carta psicografada por Josiel Bofélia Caeiro


Duas Caras/Duas namoradas

Julho 21, 2009

Assisti um programa na televisão mostrando relacionamentos à distancia sendo que o casal nunca se viu, só se conheceu pela Internet. Fiquei impressionado pois a maioria das mulheres eram gatinhas ao invés de serem umas quarentonas taradas, ae sem pensar duas vezes entrei nessa onda de relacionamento via internet já que na vida real não tenho chance nenhuma. Não tenho chance porque sou pobre e trabalho de entregador de pizzas, ae ninguem iria querer ficar comigo.

Peguei o terno do meu irmão obreiro, botei oculos escuros e arrumei meu cabelo, fiquei parecendo rico, estilosão, aí tirei uma foto e botei no meu orkut. Rotina minha depois do trampo virou entrar no orkut e ficar paquerando a mulherada, a maioria caia na minha labia, mas eu só adicionava no MSN as que fossem maiores de idade e daqui de SP(capital) pra eu poder comer sem problemas, o que viesse era lucro, não tenho preconceito com gordas, feias e rampeiras.

Conheci Karol, a gorda, ela acredita em tudo que eu digo, falo que sou estudante de administração e meu pai é desembargador, ela não tem frescura com nada, come em qualquer lugar, até em sopão, nunca reclamou de PF. Eu comia a Karol quase todo dia, mas com o passar do tempo ela começou a ficar violenta, se aproveitava do peso(120kg) e me batia, dai resolvir chifrar ela, mas pra isso precisaria criar uma outra identidade.

Fiz um outro orkut para mim, com “perfil 2″ escrito, quando cheguei a 200 contatos mudei o nome para Léo, que é um nome de comedor. Consegui adicionar uma gatinha chamada Ludimila, só que rampeira, tem varias fotos de bikini no orkut, vim com a mesma ladainha, falei que sou filho de rico e estudo administração, foi mole, com uma semana eu já me encontrei com ela e posteriormente comi, essa é safada, deixa comer em qualquer posição, as vezes dá a bunda e é boqueteira. O unico problema é que comer ela é praticamente uma punheta acompanhada, já que ela é arrombadona, aí meu pau só vai deslizando, tinha dia que eu comia só o cu pois a buceta dela não é suficientemente apertada.

Agora estou num impasse, com qual delas eu fico, Karol que é “fofa” só que precisa de muita inspiração para “fazer amor” ou a profissional do sexo e arrombada Ludimila?


Boleiragi

Julho 19, 2009

Desde criança eu e meus amigos temos um time de futebol o FFC (Fudiões Futebol Clube), ganhamos de todo mundo e temos até uniforme personalizado, amarelão igual da seleção. Todo sabado jogamos contra alguem, o melhor de tudo é ganhar grana apostando com o pessoal, no 11×11 cada um leva R$10,00 e quando vencemos gastamos o dinheiro todo no bar, melhor vida que essa não existe, pena que a maioria dos jogos é em quadra, aí é 5×5.

Com tantas vitórias a nossa fama se alastrou e o pessoal mais repugnante nos conheceu, apareceram na quadra em que treinamos sem serem convidados, os auto-proclamados boleiros. Na hora que os carinhas ficaram falando “boleiragem” “boleiro” e etc eu pensei que era um time de padaria, quando reparei vi que eram totalmente o contrario, ao invés de botarem a mão na massa esses gostavam de ser amassados, um monte de playssons pagapaus de Cronaldo, Ronaldinho Gaucho, Ronaldo Fenonemo, Ronaldo Angelin, Policarpo Quaresma, Ibrahimovic e até Robinho…

Cristiano Ronaldo“Cronaldo, o Rei dos boleiros”

Enfim, apareceram lá na quadra falando que iriam destruir a gente, fizeram uma proposta irrecusavel, apostaram 50 reais cada, e claro, aceitamos.

O jogo mau começou e fizeram um gol, numa jogada muito rapida do atacante deles, passou por todo mundo igual uma bala e mandou a bola pro gol. Dois minutos depois fizeram outro gol com a mesma porra de jogada, foi aí que começaram a tirar onda com a nossa cara, deram varios dribles na galera, levei uma caneta muito humilhante. A cada drible que davam eu ficava com mais raiva ainda, chegou uma hora que dei uma trombada num boleiro, roubei a bola, dei uma arrancada e fiz um gol, uma jogada de ponta-direita-porrador, só na categoria.

A situação mudou, com medo de empatarmos os boleiros começaram a jogar na maldade, deram varias voadoras, mas eles mau sabiam que Bastião (zagueiro do meu time) é um cara muito pacifico, adora quebrar as pernas de quem lhe provoca. Na primeira oportunidade Bastião chegou dando um carrinho com tudo, acertou nas canetas do cara, que antes de ser acertado já gritou de dor, com medo do Bastião eles baixaram a bola. Depois de uma bicuda linda de Jones empatamos o jogo, chute igual foguete, os boleiros ficaram muito abalados, o que nos deu mais uma chance de marcar com mais uma bicuda de Jones, 3×2 pra nós.

Quando o jogo estava quase terminando, um dos boleiros sacou um canivete e partiu pra cima de mim falando que iria me matar, aí sai correndo em direção a arquibancada, peguei uma garrafa no chão e joguei no babaca, acertei bem na cabeça pra ele saber com quem estava lidando. Aí com a cara toda ensanguentada o palhaço bateu em retirada junto com os outros boleiros. Valeu bosta nenhuma ter jogado com eles, esses filhas das putas não pagaram a aposta, pelo menos com a garrafada que o cara levou ele perdeu um pedaço da orelha esquerda.


O Grande Sayaman

Julho 15, 2009

Quimica sempre foi motivo de raiva pra mim, eu não aprendia a matéria de jeito nenhum, aquelas paradas de halogenio, tungstenio, alcalinos e etc acabavam com minha vida, nunca tirei uma nota que não fosse zero nessa matéria filha da puta. Ano passado bati o recorde da escola, com 4 zeros bem redondos e um -2 por ter escrito o nome do professor errado, o que me acabou me deixando de contrato, tudo isso resultou numa bela surra do meu pai. Papai disse que se eu reprovasse ele iria me mandar pra casa do meu tio que é sargento do exercito, ou seja, minha vida iria acabar.

Pedi ajuda para o Jovacir, meu melhor amigo e recem aprovado numa faculdade federal. Ele me ensinou o “basico” da matéria, as coisas ficaram faceis pra mim, aprendi que “Halogenio”(Alô Genio!) não é um cumprimento, mas sim um grupo da tabela periódica, tambem aprendi que Paracetamol não é um remédio feito para bucetas. Acabei me apaixonando por quimica, aprendi a matéria toda com muita facilidade, fiquei a nivel de professor talvez, tanto é que fechei o meu Contrato(Prova Final), prova com mais de 10 folhas e 50 questões, meu professor até chorou de emoção enquanto corrigia minha prova.

Meu pai ficou muito orgulhoso e deu uma festa aqui em casa, só com o pessoal da familia, nessa festa apareceu Rufina, a minha tia louca. Dizem que ela tentou matar a irmã com tesouradas, mas eu nunca acreditei nisso, como uma mulher tão docil faria uma coisa dessas?

Fiquei conversando com ela por meia hora, até que ela resolveu ir embora, aí me pediu para que eu a acompanhasse ao caminho de sua casa, pois estava escuro e ela tinha medo de ser assaltada ou coisa do tipo, com toda bondade eu a acompanhei. Quando chegamos na casa dela fui direto pro banheiro de lá dar uma cagada, depois que defequei fui lavar as mãos, aí reparei que o espelho era um daqueles “espelho-armario”, aí fiquei curioso e dei uma olhada nos remédios que minha tia tomava. Tinha de tudo lá, Benflogin, Diazepam e Gardenal, como sou manjador de quimica eu sabia ambos tinham efeitos alucinogenos, principalmente Benflogin, só remédios recomendados para pessoas depressivas ou loucas mesmo.

Com medo de ser atacado por ela me despedi, ela falou que eu podia aparecer lá quando quizesse para tomar café e comer rocambole, ao ouvir isso pensei assim: “Até parece que eu volto pra aquela casa, vai que essa mulher resolve me matar”.

No outro dia falei com o Jovacir sobre remédios que tia Rufina tomava, aí ele disse que eu dei mole em não ter pegado alguns, realmente, fui burro mesmo. Depois de muito papo combinamos em ir lá fazer uma visita a tia Rufina, o combinado era eu ficar entrertendo ela e o Jovacir ir no banheiro raptar pelo menos uma caixinha de Benflogin. Pouco depois já estavamos na casa da Tia Rufina, comemos uns bolinhos e ficamos conversando com ela por uns minutos, aí o Jovacir foi ao banheiro pegar uma caixinha de Benflogin… Deu tudo certo, exatamente como o combinado, demos o fora de lá. Eu e Jovacir dividimos as pilulas/drágeas, 3 pra cada um.

Em casa tranquei a porta do meu quarto para que ninguem me atrapalhasse, deitei na cama e tomei as 3 pilulas do Benflogin. Comecei a flutuar no ar, tipo gravidade zero, aí fui flutuando até o banheiro pra dar uma mijada e vi que estava usando a mesma roupa do Grande Sayaman do Dragon Ball Z.

Sayaman

Já que eu estava mascarado ninguem iria saber quem era eu, aí fui dar um passeio, saí voando pela janela daqui do quarto e dei umas voltas no quarteirão, eu pegava as correntes de ar e subia cada vez mais alto nos meus voos, muito foda, dava até uns friozinhos no estomago. Do nada eu comecei a me sentir muito mal e percebi que não estava mais voando, estava na cama do meu quarto, aí apareceu minha mãe falando que dormi por dois dias.

Proxima vez que eu for na casa de minha tia pegarei uma caixa de Benflogin ao invés de só uns comprimidos


Espiritos

Julho 4, 2009

Lembro que era ateu, não acreditava em nada que era sobrenatural, eu ria da cara de pessoas muito apegadas as suas religiões, sempre tirava uma onda com eles quando diziam que Deus estava em toda parte, eu dizia que Deus via eles se masturbando e fazendo outras coisas, tambem falava das evangelicas que só davam o cu pra preservar a vagina para o casamento, todo mundo tinha raiva por esse tipo de coisa que eu dizia só pra difamar as igrejas.

Meu avô morreu, aí eu tive que ir pra uma igreja católica aqui(coisa que eu não fazia desde que tinha 12 anos), fiquei muito estranho naquele dia, tive varios calafrios naquela igreja. Depois que acabou a missa já estava quase de madrugada, aí quando cheguei em casa fui direto pra cama dormir.

Enquanto dormia tive varios pesadelos, foram muito realistas tambem, sonhei até com a menina do Exorcista pagando um boquete pra mim, bizarro. No ultimo pesadelo fiquei com muito medo, estava tudo escuro e não conseguia me mexer, tinha um barulho estranho tipo chiado de rádio fora de sintonia que estava me assustando demais. Barulho foi aumentando mais ainda, aí apareceu uma coisa que nunca vi antes, era tão amedrontadora que eu não conseguia olhar diretamente para ela, só lembro que era grande, preta, meio humanóide e estava emitindo uma luz amarela conforme a frequencia do chiado, fiquei tão desesperado que comecei a rezar Pai Nosso e Ave Maria.

Com muito esforço eu consegui acordar, passei a mão na bunda e no meu pau pra ver se não tinha sido abduzido, pra minha alegria estava tudo certo, foi só um pesadelo. Fui até a cozinha e tomei uns copos d’agua, quando fui voltar para o quarto vi um vulto na sala de jantar, aí peguei uma faca e fui ver o que era, não era nada. Guardei a faca e fui para o meu quarto, enquanto subia as escadas senti que tinha alguem me olhando da parte  de cima delas, aí olhei para esse “alguem”, só vi um vulto vermelho, tudo coisa de minha imaginação.

Depois de uns dias sempre vendo esses vultos me acostumei com eles, vi que eram como pessoas normais, a maioria vinha aqui em casa para ficar vendo junto comigo pornografia no meu computador, tambem tem um velhinho que deita de pau duro na cama de minha irmã esperando ela ir dormir, uma putaria.

Fantasma

Estou cansado disso, o tempo todo esses “visitantes” aparecem por aqui, eles não sabem que eu os vejo e tambem não fazem questão. Me atrapalham em tudo, acabam com minha privacidade, não posso mais estudar, tomar banho, dormir, trocar de roupa e me masturbar em paz, tá foda. O que faço?


Galo de Briga

Julho 3, 2009

Tenho 30 anos, sou desempregado e sustentado por meu pai, sinto vergonha demais por isso. Pior de tudo é que sempre procurei emprego, mas nunca consegui, e quando consigo sempre acabo fazendo uma merda e sendo demitido. Um dia fui na fazenda de um amigo meu, o Dorival, ele perguntou se eu estava interessado em comprar um galo de briga, não entendi.

Dorival viu que eu não manjei e resolveu me mostrar o “centro de treinamento” dele, tinham varios galos enjaulados, eram presos um em cada cela de tamanho perigo que eles representavam. Tinha um espantalho de madeira todo destruido, cheio de arranhões e furos parecidos com de tiro.

Dorival pegou dois galos, e os colocou num ringue para luterem. O galo das penas azuis matou o outro em menos de 30 segundos. Perguntei o nome do vencedor, era Hercules. Dorival disse que Hercules custava 200 reais e que era um galo em treinamento ainda, mas era muito promissor, por impulso saquei de minha carteira um cheque e comprei o Hercules. Levei o Hercules pra minha casa e deixei ele no meu quarto e fiquei pensando no que fazer pra ele ser um campeão, primeira coisa que veio em mente foi dar algo pra ele comer: Suplemento Whey Protein. Depois o treinamento, botar ele pra correr na esteira para ficar mais veloz, amarrar uns pesos em seu pescoço, pra ficar com ele mais forte e dar umas bicadas fodonas. Botei o Hercules pra fazer isso tudo, foi como o treinamento do Rocky Balboa.

Depois de um ano Hércules se tornou o galo mais forte das redondezas, ganhava todas as rinhas e com isso eu só ia lucrando, até comprei uma Suzuki RD350, a viuva-negra.

YamahaRD350LC

A fama de Hércules foi se espalhando por todo Estado, até que certas pessoas nos denunciaram à policia. Foi numa rinha no sítio do Tenório, Hercules estava confrontando o galo negro Banzé, no meio da rinha apareceram dois policiais armados e gritando lá. Ficamos todos de mãos pro alto e eu vi que seria preso pois minha viuva-negra não tinha documentação, o policial me deu um tapa na cara para intimidar, ao ver o policial me batendo Hercules partiu pra cima dele e arrancou um de seus olhos com uma só bicada, peguei ele, e vazei daquele recinto na mais alta velocidade.

Sabendo que a  policia estava na minha cola resolvi vender o Hércules para um tal de Pablo Escobar, ele havia me oferecido 20 mil reais numa ocasião, liguei para Pablo e ele me disse para eu encontrar-lo na Colombia. Chegando lá ele estava acompanhado de 3 seguranças, aí me deram uma maleta com o dinheiro e entreguei Hercules a eles. Perguntei o que Pablo iria fazer com o Hercules, e ele respondeu:

- Será parte de mi cena esta noche - Fiquei emocionado ao ouvir isso, pois Hercules ficaria famoso internacionalmente, agradeci o Pablo e fui para casa muito feliz.