No auge da minha puberdade eu batia pelo menos uma por dia, geralmente era assistindo o “Programa H” que passava na Bandeirantes, Tiazinha era a musa das minhas punhetas. Tambem tinha a Banheira do Gugu com as mulheres do Tchan e etc… só de ouvir aquela musica “Uba Uba Hey” eu já ficava de pinto duro… e pra minha sorte no horario do “H” minha mãe não ficava em casa, era as 18 horas, mesmo horario de ela ir pra escola dar aulas. O unico problema era Glória, nossa empregada, ela atrasava na hora de terminar o trabalho, aí tinha dia que ela só saia lá pelas 18:30, sendo que era pra sair as 17:30.

“Sheila Carvalho, musa dos punheteiros nos anos 90″
Mesmo tendo uma empata fodas aqui em casa eu conseguia “me divertir”, até uma certa noite. Eu estava batendo uma freneticamente, tava parecendo um cachorro cruzando, até que fui surpreendido, Glória, a domestica, apareceu na sala e me flagrou, meu coração foi a mil, nunca tinha sido descoberto me senti humilhado, mas o que realmente surpreendeu foi a reação dela, Glória falou “Não é assim que se faz, deixa que te ensino”. Glória fez o “serviço” pra mim. Logo depois ela limpou o chão da sala que “nós sujamos” como se nada houvesse acontecido.
Com o passar das punhetas diarias eu nem me incomodava mais com a presença de Glória na casa, as vezes até adorava, já que ela batia pra mim e minha mãe nem suspeitava dessa baixaria. As melhores noites eram quando Glória não tinha vasilhas para lavar, aí ela ficava com tempo pra fazer um Strip-Tease pra mim, problema é que ela cobrava, eram R$5,00, por incrivel que pareça ela era uma mulher sexy. A parte boa é que Glória era ex-sambista, aí tinha meio metro de bunda, só que era meio pelancuda e com muitas estrias, a parte ruim era da cintura pra cima, barriga d’agua, peitos estilo ovo frito, cabelo “bombril” pintado de loiro e tinha a cara cheia de rugas, coisa até normal pra uma mulher de 50 anos.
Apesar de toda intimidade eu nunca havia encostado nela, ela era sem vergonha mas nem tanto, e eu não tinha coragem de tentar algo mais por ser um tremendo cabaço, porém era tudo ou nada pra mim, um nerd magricela espinhento de 16 anos nunca teria chances de fazer sexo, ou era Glória ou uma guria no meu nivel.
Numa terça-feira chuvosa Glória falou que ia ter que ficar em casa até parar de chover, já que no caminho do sobrado dela tinha um morro, aí ficava impossivel de subir por causa da lama, tambem tinha feito escova no cabelo, ia ficar uma merda se molhasse. Com toda sagacidade chamei ela pro meu quarto e mandei ela ir tirando a roupa, ela falou “manda os 5 reais ô”, mostrei uma nota de 50 reais e ela respondeu enquanto tirava a roupa:
- Até que enfim, 2 anos de espera não é mole não ô!
Glória deitou na minha cama e abriu as pernas, fizemos um papai mamãe, enquanto eu tava quase tendo um treco ela parecia nem sentir o meu peru, tava deslizando na xana rodada dela. Fiquei com raiva e dei uma gozada no cabelo da Glória, ela enfurecida me empurrou, depois me chamou de filho da puta, tomou banho e foi embora.
No outro dia ela nem veio trabalhar, minha mãe falou que ela se demitiu, nem entrou em detalhes. Fiquei muito triste, meus dias de diversão acabaram, pelo menos perdi a virgindade bem antes do que deveria, tambem fiquei com fama de transão na escola, aí ficou facil de pegar as patricinhas que estudavam comigo. Dei sorte na vida ou não?
Escrito por meneslau
Escrito por meneslau 
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“Cronaldo, o Rei dos boleiros”

